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Como Criar uma Rede de Proxy 4G: Guia Completo

Base de Conhecimentos
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Evgeny Fomenko2026-02-10
Clock icon15 min

Uma rede de proxies 4G é, em essência, um conjunto de dispositivos com cartão SIM que direcionam o tráfego através de operadoras móveis reais. As pessoas as criam quando os IPs de datacenters se esgotam rápido demais, quando precisam de sessões limpas para automação ou quando os "pools compartilhados" de provedores genéricos de proxy móvel não oferecem controle suficiente. O ponto mais difícil não é a definição — é a confiabilidade quando você vai além de 3 a 5 endpoints e começa a tratar isso como infraestrutura.

Se você está criando seu próprio proxy, geralmente está atrás de duas coisas: custo e previsibilidade. Custo, porque os IPs móveis revendidos por terceiros incluem margem de lucro. Previsibilidade, porque você quer controlar a rotação, o tempo de sessão, a autenticação e o monitoramento. É isso que separa uma configuração amadora de uma rede de proxies móveis real, capaz de aguentar picos de scraping, rotinas de múltiplas contas e tarefas de longa duração.

Este artigo explica como os proxies 4G móveis funcionam na prática (CGNAT, APN, pools NAT, sessões fixas) e compara os principais caminhos para criá-los: smartphones Android, kits de modem, Raspberry Pi e gateways Ubuntu. Você também vai encontrar boas práticas para estabilidade, desempenho e segurança, além de um FAQ rápido com as perguntas mais comuns antes de expandir.

Se quiser o caminho mais rápido para criar seus próprios proxies sem precisar ligar modems ou gerenciar racks, comece com proxies baseados em smartphone. Por exemplo, o iProxy Online permite criar proxies de smartphone a partir de dispositivos Android e gerenciar rotação de IP, portas e sessões por um painel (e bot no Telegram). Ainda é "sua" infraestrutura — só sem as partes chatas.

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Passo #1 — Entendendo como funcionam as redes de proxies 4G

Antes de comprar hardware ou escolher uma ferramenta, vale entender o que você está realmente criando. Uma rede de proxies 4G não é "IPs móveis mágicos". É um conjunto de dispositivos que ficam atrás da infraestrutura de operadoras móveis, onde a atribuição de IP é gerenciada no nível da operadora e pode mudar com base em eventos de rede, redefinições de sessão, trocas de torre ou políticas internas. É por isso que as configurações de proxy móvel 4G se comportam de forma diferente dos proxies de datacenter — e por que costumam ser mais difíceis de bloquear em escala.

Fundamentos dos proxies 4G

O que é um proxy 4G? Um proxy 4G é um endpoint de proxy que direciona o tráfego por um dispositivo com SIM usando uma conexão 4G (LTE). O IP apresentado aos sites pertence à faixa de uma operadora móvel, não a um servidor. Na prática, esse IP frequentemente fica dentro de um pool NAT da operadora compartilhado por muitos assinantes — e é aí que está grande parte do motivo pelo qual IPs móveis são considerados de "maior confiança" do que blocos de datacenter.

Proxies 4G vs. proxies de datacenter Proxies de datacenter geralmente vêm de provedores de hospedagem e são fáceis de identificar como fontes de tráfego automatizado. Podem ser rápidos, mas também são bloqueados rapidamente para qualquer coisa que pareça scraping ou trabalho com múltiplas contas. Uma configuração de proxies móveis 4G tem um perfil de risco diferente: as operadoras rotacionam IPs, as faixas de IP são compartilhadas por usuários reais, e bloqueá-las de forma muito agressiva pode afetar clientes móveis normais. Isso não significa que proxies móveis são "indetectáveis" — significa que a lógica de bloqueio é diferente. Na prática, proxies móveis 4G são usados quando você precisa de sessões de maior confiança e não quer que seu pool se esgote após algumas execuções.

Uma comparação rápida para usar como tabela:

TipoDe onde vem o IPConfiança típicaMelhor paraDesvantagem comum
DatacenterHospedagem / nuvemBaixa–médiatarefas em volume, custo baixobloqueios acontecem rápido
ResidencialPools de ISP/domésticosMédia–altaacesso geo, scraping moderadocaro, compartilhado
Móvel 4GPools NAT de operadorasAltaalvos difíceis, automação, múltiplas contascusto maior por endpoint

Benefícios dos proxies 4G para scraping, testes e geolocalização

Para scraping, IPs móveis ajudam a reduzir bloqueios precoces e limites de taxa, especialmente quando você combina rotação sensata com disciplina de sessão. Para testes e tarefas de geo, uma vantagem importante é que a localização geográfica costuma corresponder à região real da operadora do dispositivo (não a uma tag de localização de datacenter). Para equipes que trabalham com automação ou gerenciamento de contas, o comportamento de operadoras móveis pode parecer mais próximo do tráfego normal de usuários do que IPs de servidores.

Detalhes Técnicos Importantes

SIMs, APN, NAT, CGNAT e rotação de IP

  • SIM: sua identidade perante a operadora. SIMs diferentes podem significar pools, políticas e estabilidade diferentes.
  • APN: o "perfil de gateway" da operadora que define o roteamento e, às vezes, o comportamento de endereçamento público/privado.
  • NAT / CGNAT: a maioria das operadoras usa NAT em nível de operadora (Carrier-Grade NAT), o que significa que muitos dispositivos compartilham menos IPs públicos. É por isso que os IPs móveis rotacionam e o mesmo IP pode representar muitos usuários.
  • Rotação: pode ocorrer de forma natural (reatribuição pela operadora) ou intencional (desconectar/reconectar, modo avião, redefinição de sessão, reconexão OpenVPN etc.). O ponto principal é controlar quando isso acontece — não apenas "rotacionar o máximo possível".

Sessões fixas vs. sessões rotativas

  • Sessão fixa significa manter o mesmo IP de saída por um período (minutos ou horas) para que um fluxo de trabalho funcione de forma consistente. Útil para logins, fluxos de checkout, scraping longo ou qualquer tarefa com estado.
  • Sessão rotativa significa que o IP muda com frequência (a cada requisição ou a cada X minutos). Útil para rastreamento amplo, mas pode quebrar fluxos que esperam continuidade.

Em redes reais, "fixo" não garante um IP permanente para sempre. Os pools das operadoras ainda mudam. O que você está controlando é o ciclo de vida da sua própria sessão, para não forçar mudanças desnecessárias que possam gerar flags por padrão.

Configurações de rede mais comuns (para diagrama)

Três padrões comuns para transformar em diagrama:

  1. Proxy direto via smartphone Sua ferramenta → endpoint proxy no smartphone → operadora móvel → site de destino (Simples, menos componentes, bom para redes pequenas.)

  2. Smartphone + túnel VPN (comum para controle centralizado) Sua ferramenta → endpoint proxy → túnel VPN para o dispositivo → operadora móvel → destino (Ainda baseado em smartphone, mas com mais controle sobre roteamento e acesso.)

  3. Gateway com farm de modems Sua ferramenta → servidor gateway (3Proxy) → modems USB/SIMs → operadora móvel → destino (Mais complexo, mais manutenção, pode expandir — mas o hardware vira uma responsabilidade.)

Regra rápida de bom senso: se sua rede precisa de um diagrama de rack, você também vai precisar de processos de manutenção. Se quiser uma configuração que expanda como SaaS, comece com smartphones.

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Passo #2 — Escolhendo seu Hardware

As decisões de hardware moldam tudo o que vem depois: estabilidade, carga de manutenção, velocidade para expandir e se a configuração continuará funcional daqui a seis meses. Se você está criando sua própria rede de proxies, geralmente vai acabar em um destes quatro caminhos: smartphones Android, kits de modem, gateways Raspberry Pi ou uma máquina Ubuntu. Cada um pode produzir proxies móveis 4G, mas diferem bastante no dia a dia.

Usando um Smartphone Android

Este é o ponto de partida mais prático para a maioria das equipes. Para muitos fluxos de trabalho, uma configuração bem mantida com smartphones é o mais próximo de um proxy móvel de qualidade: IPs reais de operadoras, comportamento normal do dispositivo e controle previsível de sessão. O smartphone já resolve o rádio, o gerenciamento de energia e a integração com a operadora. Você adiciona o software, define o comportamento da sessão e está pronto.

Vantagens

  • Rápido para implementar; adicionar outro dispositivo já é expandir
  • Funciona bem para proxies de smartphone com comportamento SIM real
  • Modelo de substituição fácil (um smartphone com defeito é só uma troca)

Desvantagens

  • Precisa de uma configuração sensata de energia (carregamento + controle de calor)
  • A qualidade do plano de dados importa mais do que as pessoas esperam
  • Alguns smartphones limitam a performance em situações de calor ou sinal fraco

Considerações sobre o plano de dados: planos ilimitados nem sempre são ilimitados na prática. Algumas operadoras aplicam limitação de velocidade após um limite de uso; outras aplicam regras de uso justo. Para desempenho estável, escolha um plano que não caia aleatoriamente nos horários de pico e evite "SIMs de turista" para uso de longo prazo quando possível.

Usando um Kit de Hardware

Um kit é basicamente um "farm de modems facilitado". Ele agrupa modems USB, hubs e uma camada de gerenciamento para que você gaste menos tempo com cabos e ajustes de sistema operacional. Pode ser uma boa escolha se você já sabe que está criando uma configuração em rack e quer menos surpresas do tipo "faça você mesmo".

Por que simplifica a configuração:

  • Layout de hardware padronizado
  • Controle centralizado de rotação e monitoramento de dispositivos
  • Menos ajustes manuais de firmware e problemas de USB (ainda acontecem, mas menos)

Vantagens de desempenho e expansão:

  • Densidade de portas previsível por máquina
  • Mais fácil de gerenciar muitos SIMs em um só lugar
  • Caminho de expansão claro (adicionar máquinas)

Desvantagem: você volta ao mundo de restrições físicas — portas, calor, ciclos de substituição. Não é do tipo "configure e esqueça".

Usando um Raspberry Pi

O Raspberry Pi é a opção clássica de gateway de baixo consumo para redes pequenas. Você conecta um ou mais modems USB, instala o software de proxy e controla o roteamento você mesmo. É acessível e eficiente em energia, mas não é "plug and play".

Quando faz sentido:

  • Você está criando uma rede de proxies móveis pequena (digamos, 2–10 endpoints)
  • Você tem conhecimentos básicos de Linux
  • Você quer um gateway barato que rode 24/7

Onde fica chato:

  • A estabilidade USB varia conforme o modelo do modem
  • O fornecimento de energia torna-se um problema real com vários dongles
  • Você vai passar mais tempo analisando logs do que esperava

Usando um Dispositivo ou Servidor Ubuntu

Ubuntu (mini PC, NUC ou servidor) é o caminho "quero controle e automação". As equipes o escolhem quando precisam de roteamento personalizado, lógica de autenticação e integração com ferramentas internas. Também é comum quando você quer rodar o 3Proxy (ou similar) e gerenciar tudo de forma centralizada.

Vantagens de uma configuração avançada:

  • Ótimas opções de automação para autenticação, regras de roteamento e verificações de saúde
  • Mais fácil de gerenciar configurações em escala (Ansible, scripts, agentes de monitoramento)
  • Melhor registro e observabilidade do que a maioria das pilhas apenas com smartphones

Desvantagem: é mais trabalho de engenharia. Ótimo se você tem perfil de CTO; exagero se só precisa de proxies confiáveis essa semana.

Dicas de Gerenciamento de SIM e Conectividade

Uma rede é tão estável quanto a camada da operadora. Algumas regras práticas que economizam tempo:

  • Estratégias de rotação de SIM: diversifique as operadoras se sua carga de trabalho for intensa. Uma falha em uma operadora não deve parar tudo.
  • Sinal e posicionamento: coloque os dispositivos onde o sinal é estável, não "tecnicamente funciona". Um sinal fraco gera perda de pacotes, reconexões e troca imprevisível de IP.
  • Redundância: mantenha pelo menos um dispositivo reserva por local. O hardware falha — e vai falhar na pior hora.
  • Calor e energia: o uso intenso de 4G gera calor. Hubs baratos + carga constante = desconexões aleatórias. Isso acontece.

Tabela de comparação rápida

OpçãoMelhor paraComplexidadeExpansãoManutenção contínua
Smartphones Androidcaminho mais rápido para proxies móveis de qualidadeBaixaAltaBaixa–média
Kit Proxidizefarms baseados em modem com menos DIYMédiaAltaMédia–alta
Raspberry Pigateways DIY pequenosMédiaMédiaMédia
Gateway Ubuntuautomação intensa, configurações personalizadasAltaAltaAlta

Se a expansão é a prioridade, smartphones ou uma plataforma gerenciada baseada em smartphones geralmente supera os farms de modem em tempo para crescer.

Se você não quer lidar com racks e modems por enquanto, experimente o iProxy Online primeiro:
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Passo #3 — Criando Seus Proxies Móveis

É aqui que a maioria das criações DIY dá errado: as pessoas focam em "conseguir um IP" e esquecem as partes chatas que tornam uma rede de proxies móveis utilizável — autenticação, regras de sessão, gatilhos de rotação e monitoramento. Seja criando seus próprios proxies com um smartphone ou criando um gateway com modems, o objetivo é o mesmo: endpoints estáveis que suas ferramentas possam usar todos os dias sem supervisão constante.

Usando um Smartphone Android

Se quiser a maneira mais rápida de criar seus próprios proxies, comece com um dispositivo Android e um SIM. O smartphone já cuida da conexão com a operadora; você principalmente está configurando como o acesso funciona (HTTP/SOCKS/OpenVPN), como a rotação deve se comportar e como vai controlá-la.

Uma lista prática de verificação:

  • Mantenha o smartphone conectado à energia e desative o modo de economia agressiva de bateria (do contrário, as sessões caem)
  • Decida se precisa de sessão fixa ou rotativa
  • Configure acesso e autenticação para que o proxy não fique exposto na internet
  • Teste latência e uptime antes de adicionar mais dispositivos

Se estiver usando o iProxy Online especificamente, o fluxo de criação começa pelo app: conecte o dispositivo à sua conta, ative o proxy e gerencie rotação e sessões pelo painel (ou bot do Telegram). Ainda é uma configuração baseada em smartphone, só com menos trabalho manual e menos componentes para gerenciar.

Usando um Kit Proxidize

Um kit estilo Proxidize é a versão "plug and play" de um farm de modems. Em vez de ligar tudo você mesmo, você tem uma máquina controlada onde os modems são gerenciados como uma frota.

O fluxo típico é:

  • Insira os SIMs e confirme a conectividade por modem
  • Configure os endpoints proxy no controlador/gateway
  • Defina regras de rotação (agendamento de redefinição, intervalos, verificações de saúde)
  • Adicione monitoramento para que modems com defeito não prejudiquem silenciosamente o desempenho

Essa abordagem pode expandir bem, mas você ainda vai gastar tempo com o ciclo de vida do hardware: modems, hubs, energia, calor e o clássico "por que esta porta está instável".

Usando um Raspberry Pi

Com um Raspberry Pi, você está criando um gateway pequeno. Normalmente é Pi + modem(s) USB + software proxy (frequentemente 3Proxy), e depois você expõe os endpoints de proxy móvel 4G para suas ferramentas.

Passos gerais:

  • Conecte o(s) modem(s) USB e confirme que o sistema operacional os reconhece
  • Ative a conexão móvel (a APN é importante aqui)
  • Instale e configure o software proxy (3Proxy ou similar)
  • Adicione autenticação e registro de logs
  • Decida como a rotação de IP vai funcionar (reconectar modem, reiniciar interface etc.)

Esse caminho é bom para aprendizado e implantações pequenas, mas não tem "zero manutenção". A estabilidade USB e o fornecimento de energia viram sua realidade diária quando você adiciona mais modems.

Usando um Dispositivo Ubuntu

Ubuntu é a mesma ideia do Raspberry Pi, mas com mais margem para automação, monitoramento e expansão. Se você está criando uma rede de proxies móveis mais séria com muitos endpoints, o Ubuntu tende a ser mais fácil de gerenciar a longo prazo.

Fluxo típico:

  • Conecte modems (ou gateways dedicados) e defina o roteamento por dispositivo
  • Configure software proxy, portas e autenticação
  • Adicione automação para reconexões e verificações de saúde (scripts simples, cron ou sua própria plataforma)
  • Monitore desempenho e falhas (logs, alertas, painéis básicos)

Este é o caminho da "solução personalizada". Poderoso, mas demanda tempo — e alguém precisa ser o responsável.

Abordagem Open-Source com 3Proxy

O 3Proxy é comum em criações DIY por ser flexível e leve. As pessoas o usam para rodar várias portas de proxy, definir regras de acesso e manter as coisas simples em um gateway.

Por que as equipes o escolhem:

  • Funciona bem como gateway de proxy configurável
  • Permite definir várias portas/usuários
  • Você controla os logs e o roteamento (dentro dos limites da sua configuração)

Onde pode complicar:

  • Você é responsável pelo fortalecimento da segurança
  • Você precisa do seu próprio monitoramento, lógica de reinicialização e gatilhos de rotação
  • As configurações podem ficar bagunçadas sem um sistema ao redor
  • Se você está criando algo para cargas de trabalho empresariais, trate o 3Proxy como um componente, não como a plataforma completa.

Boas Práticas Durante a Criação

Algumas regras para manter proxies de smartphone e configurações de modem estáveis:

  • Teste antes de expandir: verifique latência, perda de pacotes e se as sessões caem sob carga
  • Não exagere na rotação: rotação agressiva costuma criar mais problemas do que resolve (sessões quebradas, flags estranhos)
  • Observe o comportamento da operadora: limitação de velocidade, bloqueios temporários, mudanças de APN ou políticas de "alto uso" podem prejudicar o desempenho
  • Registre o básico desde o primeiro dia: uptime, eventos de reconexão, eventos de rotação, falhas de autenticação
  • Segurança primeiro: use autenticação e evite expor endpoints publicamente
Se você quer pular a parte de 'criar um gateway e mantê-lo para sempre', uma configuração baseada em smartphone geralmente é a escolha mais limpa.
O iProxy Online torna essa configuração rápida, e você pode testá-la em tarefas reais com o trial gratuito de 2 dias
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Passo #4 — Manutenção, Monitoramento e Solução de Problemas

Uma rede de proxies 4G só existe "configurada uma vez" no papel. Na vida real, as operadoras limitam a velocidade, os SIMs se degradam, os dispositivos superaquecem e falhas aleatórias acontecem. A diferença entre uma rede de proxies móveis estável e um apagão constante está em monitorar os sinais certos, manter a rotação sob controle e ter correções simples prontas quando o desempenho cair.

Manutenção Regular

Você não precisa de um processo enorme — mas precisa de rotinas.

  • Verificações de saúde do SIM: fique atento a quedas repentinas de velocidade, reconexões frequentes ou mudanças de APN que quebram o roteamento. Alguns SIMs simplesmente "envelhecem mal" sob automação intensa — isso acontece.
  • Atualizações de software e patches de segurança: mantenha os apps dos dispositivos e os gateways atualizados. Componentes antigos de VPN/proxy podem introduzir bugs estranhos de desconexão.
  • Monitoramento de uso de dados: mesmo planos "ilimitados" podem ter a velocidade limitada silenciosamente. Se a taxa de transferência cair repentinamente no mesmo período todo mês, geralmente é o plano — não o seu código.
  • Energia e calor: para proxies de smartphone, o calor é um inimigo silencioso. Um dispositivo quente tende a ter sessões instáveis e apps encerrados em segundo plano.

Problemas Comuns e Como Resolver

Uma tabela de diagnóstico para usar como referência:

ProblemaComo apareceCausa provávelSolução
Sem sinal / sinal fracoalta latência, timeoutsposicionamento ruim, cobertura fracamova os dispositivos, use melhor operadora, adicione antena/amplificador no modem
IP muda com muita frequêncialogins quebram, sessões reiniciaminstabilidade da operadora, rotação agressivause sessão fixa, reduza reconexões, evite rotação excessiva
Alta perda de pacotesscraping lento, picos de retriessinal fraco, superaquecimento, modem ruimmelhore o sinal, resfrie os dispositivos, troque o modem/smartphone
Falhas de autenticaçãoferramentas não conseguem conectarcredenciais erradas, porta incorretaverifique a autenticação, rotacione as credenciais, padronize as configurações
Desconexões aleatóriasproxy cai sob cargaeconomia de bateria, SO encerrando appdesative a otimização de bateria, mantenha o app em primeiro plano, energia estável

Uma dica que pode economizar horas: não "conserte" a instabilidade rotacionando mais. Rotação excessiva frequentemente torna os sistemas mais imprevisíveis, especialmente em alvos com estado.

Otimização de Desempenho

Com o básico estável, você pode ajustar para expansão.

  • Balanceamento de carga: não sobrecarregue um SIM/dispositivo. Distribua o tráfego entre os dispositivos para manter o comportamento da operadora normal.
  • Seleção de operadora por geo: algumas operadoras são melhores para regiões e alvos específicos. Se uma delas for bloqueada com frequência, diversifique.
  • Automação para reduzir supervisão: reinicialização automática em caso de falha, verificações de saúde simples, alertas para tempo de inatividade. Mesmo um script básico de ping + reconexão ajuda em configurações DIY.
  • Estratégia de rotação: defina a rotação com base no fluxo de trabalho. Para scraping, rotacione em um agendamento ou por lote. Para trabalho com contas, prefira sessões fixas e rotacione apenas quando necessário.

Leve sua Rede de Proxies 4G para o Próximo Nível com o iProxy Online

Quando uma configuração 4G cresce além de alguns endpoints, o trabalho muda de "como conecto?" para "como mantenho isso confiável todos os dias?" É aí que muitas configurações DIY começam a pesar: você acaba gerenciando energia, redefinições de sessão, configurações de autenticação, regras de rotação, logs e comportamentos imprevisíveis de operadoras em um monte de dispositivos. Funciona, mas consome tempo — e tempo é caro.

O iProxy Online foi criado para equipes que querem uma rede de proxies móveis sem transformar isso em um segundo emprego. Você ainda usa dispositivos com SIM reais, mas o gerenciamento fica centralizado: você controla a rotação e o comportamento da sessão por um painel (ou bot no Telegram), tem visibilidade do tráfego e pode automatizar ações rotineiras via API. Para equipes de scraping, arbitragem e operação de múltiplas contas, isso geralmente significa menos surpresas de "proxy fora do ar" e menos limpeza manual ao expandir.

Alguns padrões do mundo real onde o iProxy é simplesmente mais prático do que farms de modem ou gateways DIY:

  • Expandindo de 5 para 50 endpoints: em vez de comprar hubs e substituir dongles USB, você adiciona dispositivos Android e mantém a mesma lógica de controle. Os custos ficam previsíveis por dispositivo, e você evita o problema de "um hub ruim derruba 10 proxies".
  • Rotação que combina com o fluxo de trabalho: para scraping, você pode rodar rotação agendada e manter o tráfego mais fluido. Para trabalho com contas, você mantém sessões fixas e rotaciona apenas quando decide — não quando um script aleatório reconecta.
  • Visibilidade operacional: quando algo fica lento, você precisa saber se é a operadora, o dispositivo ou sua carga de trabalho. Ter os dados de uso e sessão em um só lugar economiza horas de suposições.
Se quiser testar a ideia de 'camada de controle gerenciado' sem compromisso, comece pequeno: um dispositivo Android, um SIM, fluxo de trabalho real.
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Consideração Final

Criar uma rede de proxies 4G é menos sobre "encontrar o gadget certo" e mais sobre tornar a rotação, as sessões e o monitoramento previsíveis. Comece com uma configuração pequena, veja como ela se comporta no seu fluxo de trabalho real e expanda de uma forma que você realmente consiga manter. Farms de modem podem funcionar, gateways open-source podem funcionar, configurações baseadas em smartphone também podem funcionar — mas a melhor escolha é a que não desmorona no uso diário.

Perguntas Frequentes

Os proxies 4G são legais?

Na maioria dos países, sim. Um proxy móvel 4g é apenas um método de roteamento usando conexão de operadora, não uma ferramenta de hacking. A legalidade depende de como você o usa (regras de scraping, termos de plataforma, leis de dados). Se não tiver certeza, comece pequeno, siga as políticas dos sites e evite coletar dados restritos.

Quanto custa uma rede de proxy 4G DIY?

Depende do caminho. Configurações de telefone custam um dispositivo + plano SIM por endpoint. Fazendas de modem adicionam hubs, dongles, energia e custos de substituição. Se você quer um ponto de partida previsível para criar seus próprios proxies, testar com um telefone primeiro geralmente é o mais barato.

Como monitorar o desempenho do proxy?

Acompanhe tempo de atividade, latência, taxa de reconexão e com que frequência o IP muda por sessão. Se você vê perda de pacotes ou quedas frequentes, geralmente é sinal, calor, limitação da operadora ou hardware ruim. Um bom hábito de monitoramento torna a criação de sua própria rede de proxy muito menos dolorosa.

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